
O Balão
Balonismo a forma mais antiga de voar, e ao mesmo tempo a mais moderna e segura forma de ver a natureza de cima.
Voar ao sabor do vento é relaxante, mas os nossos atletas precisam achar os ventos certos para levar o balão ao alvo determinado pela Direção Técnica.
Às vezes a 5 km, às vezes a 15 km, às vezes bem mais perto e bem mais difícil.
Ventos fortes, ventos fracos, subir e descer para achar a camada certa que nos leve na direção desejada.
Dias quentes, dias frios, brisa, névoa, nuvens tudo interfere, mas a destreza do piloto está em levar o seu balão em um ou mais alvos e nele jogar uma marca bem leve, mas que serve de marcação e referência para a equipe de medição.
Quando não se chega próximo o suficiente, então a proximidade é medida pela rota gravada no GPS.
Existem vários tipos de balão, que são o balão a ar quente, o balão a gás, e o Roziere, que é um misto de ar quente e gás.
No caso do Brasil o balão a ar quente tem se tornado muito popular e acessível.
Temos hoje balonistas nas regiões sul, centro-oeste e nordeste, mas os balões já voaram em todo o território nacional e despertaram interesse por onde passaram.
Agora é uma questão de tempo de ter estes futuros atletas pilotos voando em uma de nossas competições, ou nós levarmos um campeonato até a sua cidade.
O nosso balão a ar quente pode ser no formato tradicional ou ter formas diferentes, mas nas competições só participam os de formato gota até 3.000m3.
Os pilotos têm licença de piloto de balão e os seus balões são aeronaves registradas na Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC com prefixo.